{"id":27,"date":"2017-04-23T16:59:21","date_gmt":"2017-04-23T19:59:21","guid":{"rendered":"http:\/\/mol.icb.usp.br\/?page_id=27"},"modified":"2020-02-07T23:09:10","modified_gmt":"2020-02-08T02:09:10","slug":"glossario","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/mol.icb.usp.br\/index.php\/glossario\/","title":{"rendered":"Gloss\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p>Significado de algumas palavras presentes no texto das p\u00e1ginas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"567\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"189\">Acid\u00f3filo<\/td>\n<td width=\"378\">Componente da c\u00e9lula ou da matriz extra-celular que tem afinidade por corantes chamados \u00e1cidos. Geralmente s\u00e3o estruturas contendo muitas prote\u00ednas, por exemplo, o citosol, as mitoc\u00f4ndrias, as fibras col\u00e1genas. Exemplos de corantes \u00e1cidos ou que se comportam como corantes \u00e1cidos: eosina, floxina, orange G.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Aferente e eferente<\/td>\n<td width=\"378\">Aferente \u00e9 uma estrutura (p. ex. um vaso sangu\u00edneo ou um ramo nervoso) que chega a outra estrutura ou \u00f3rg\u00e3o trazendo material ou informa\u00e7\u00e3o (p. ex. sangue, impulso nervoso). Eferente tem significado oposto: uma estrutura que sai de uma estrutura ou \u00f3rg\u00e3o e leva material ou informa\u00e7\u00e3o (p. ex. sangue, impulso nervoso).<br \/>\nNo caso de nervos ou feixes de ax\u00f4nios o ponto de refer\u00eancia \u00e9 sempre o sistema nervoso central: nervos ou feixes aferentes deixam o SNC e os aferentes chegam a ele. No caso de \u00f3rg\u00e3os ou outras estruturas (por exemplo um osso), os termos se referem ao pr\u00f3prio \u00f3rg\u00e3o ou estrutura. Por exemplo: os linfonodos recebem vasos linf\u00e1ticos aferentes \u2013 que trazem linfa \u00e0quele linfonodo &#8211; e enviam linfa por vasos linf\u00e1ticos eferentes \u2013 que transportam linfa do linfonodo para outra estrutura.\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">\u00c1cino<\/td>\n<td width=\"378\">Um tipo de unidade secretora de gl\u00e2ndulas ex\u00f3crinas de forma esf\u00e9rica ou oval, formada por c\u00e9lulas secretoras cuja forma geral tende a ser piramidal ou piriforme (em forma de pera). No centro do \u00e1cino existe um  l\u00famen que geralmente \u00e9 muito pequeno e de visualiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o muito f\u00e1cil ao microsc\u00f3pio de luz.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Apical (regi\u00e3o ou superf\u00edcie)<\/td>\n<td width=\"378\">Referente ao \u00e1pice de uma c\u00e9lula. Usado principalmente em rela\u00e7\u00e3o a c\u00e9lulas epiteliais para indicar a regi\u00e3o da c\u00e9lula afastada da membrana basal, voltada para uma cavidade. Membrana apical &#8211; \u00e9 a membrana plasm\u00e1tica que reveste a regi\u00e3o apical de uma c\u00e9lula. Superf\u00edcie apical \u00e9 superf\u00edcie referente \u00e0 regi\u00e3o apical da c\u00e9lula. Como frequentemente est\u00e1 voltada para uma cavidade, pode tamb\u00e9m ser denominada superf\u00edcie livre da c\u00e9lula. Ver <em>Basal<\/em> e <em>Polaridade<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Artefato de t\u00e9cnica<\/td>\n<td width=\"378\">Altera\u00e7\u00e3o artificial e involunt\u00e1ria introduzida em uma estrutura durante qualquer etapa do seu processamento para obten\u00e7\u00e3o de preparados histol\u00f3gicos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Avascular<\/td>\n<td width=\"378\">Estrutura que n\u00e3o \u00e9 irrigada por vasos sangu\u00edneos e que para sua nutri\u00e7\u00e3o depende de difus\u00e3o de nutrientes e gases a partir de vasos que est\u00e3o pr\u00f3ximos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Basal (regi\u00e3o ou superf\u00edcie)<\/td>\n<td width=\"378\">Referente \u00e0 base de uma c\u00e9lula. Usado principalmente em rela\u00e7\u00e3o a c\u00e9lulas epiteliais para indicar a regi\u00e3o da c\u00e9lula pr\u00f3xima da membrana basal. Nas c\u00e9lulas secretoras, frequentemente cont\u00e9m grande quantidade de ret\u00edculo endoplasm\u00e1tico granuloso (ergastoplasma). Membrana basal &#8211; \u00e9 a membrana plasm\u00e1tica que reveste a regi\u00e3o basal de uma c\u00e9lula, voltada para a l\u00e2mina basal. N\u00e3o confundir o nome desta regi\u00e3o de membrana com a membrana basal. Esta \u00e9 uma estrutura extracelular e constitu\u00edda de macromol\u00e9culas. Ver <em>Apical<\/em> e <em>Polaridade<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Baso-lateral (superf\u00edcie)<\/td>\n<td width=\"378\">Refere-se \u00e0 por\u00e7\u00e3o de membrana plasm\u00e1tica que reveste a regi\u00e3o basal e as paredes laterais de c\u00e9lulas epiteliais. Ver <em>Polaridade<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Bas\u00f3filo<\/td>\n<td width=\"378\">Componente da c\u00e9lula ou da matriz extra-celular que tem afinidade por corantes chamados basicos. Geralmente s\u00e3o estruturas contendo muitos radicais \u00e1cidos, por exemplo, o n\u00facleo, o nucl\u00e9olo, a matriz cartilaginosa. Exemplos de corantes b\u00e1sicos ou que se comportam como corantes b\u00e1sicos: hematoxilina, azul de toluidina.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Duto excretor<\/td>\n<td width=\"378\">T\u00fabulo que nas gl\u00e2ndulas ex\u00f3crinas conduz a secre\u00e7\u00e3o desde a unidade secretora at\u00e9 sua sa\u00edda na superf\u00edcie do corpo ou em uma cavidade interna.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Endocitose<\/td>\n<td width=\"378\">Entrada de l\u00edquido para o interior da c\u00e9lula por forma\u00e7\u00e3o de ves\u00edculas na sua membrana externa. As ves\u00edculas se desprendem da superf\u00edcie, s\u00e3o internalizadas e transportadas pelo citoplasma.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Endot\u00e9lio<\/td>\n<td width=\"378\">Epit\u00e9lio simples pavimentoso que reveste internamente os vasos sangu\u00edneos e linf\u00e1ticos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Estroma<\/td>\n<td width=\"378\">\u00c9 o conjunto de c\u00e9lulas e, principalmente, de componentes da matriz extracelular que suporta o par\u00eanquima de um \u00f3rg\u00e3o. Ver <em>Par\u00eanquima<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Exocitose<\/td>\n<td width=\"378\">Sa\u00edda de subst\u00e2ncias da c\u00e9lula por meio de ves\u00edculas que se fundem com a membrana celular e lan\u00e7am seu conte\u00fado para o meio extracelular.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Gl\u00e2ndula mucosa<\/td>\n<td width=\"378\">Gl\u00e2ndula cuja secre\u00e7\u00e3o \u00e9 viscosa e constitu\u00edda de grande quantidade de mucinas. As c\u00e9lulas destas gl\u00e2ndulas geralmente t\u00eam citoplasma bas\u00f3filo pouco corado e n\u00facleos de cromatina bastante densa situados na base da c\u00e9lula. As unidades secretoras destas gl\u00e2ndulas frequentemente tem a forma de t\u00fabulos \u00fanicos ou ramificados.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Gl\u00e2ndula serosa<\/td>\n<td width=\"378\">Gl\u00e2ndula cuja secre\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante l\u00edquida e constitu\u00edda de grande quantidade de prote\u00ednas. As suas c\u00e9lulas tem citoplasma acid\u00f3filo, geralmente contendo gr\u00e3os de secre\u00e7\u00e3o. As unidades secretoras destas gl\u00e2ndulas frequentemente tem a forma de \u00e1cinos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Hilo<\/td>\n<td width=\"378\">Hilo de um \u00f3rg\u00e3o \u00e9 o local em sua superf\u00edcie onde chegam e saem vasos sangu\u00edneos, vasos linf\u00e1ticos, nervos e dutos excretores se forem gl\u00e2ndulas ex\u00f3crinas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">L\u00e2mina basal<\/td>\n<td width=\"378\">L\u00e2mina ou pel\u00edcula de macromol\u00e9culas situada no espa\u00e7o extracelular, sobre a qual se apoiam c\u00e9lulas epiteliais e que envolve c\u00e9lulas musculares. N\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel ao microsc\u00f3pio de luz.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">L\u00e2mina pr\u00f3pria<\/td>\n<td width=\"378\">Nos sistemas digestivo, respirat\u00f3rio e urin\u00e1rio \u00e9 o nome que se d\u00e1 ao tecido conjuntivo subjacente ao epit\u00e9lio. Geralmente \u00e9 constitu\u00eddo de tecido conjuntivo propriamente dito do tipo frouxo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">L\u00famen<\/td>\n<td width=\"378\">\u00c9 a designa\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 \u00e0 cavidade central de \u00f3rg\u00e3os ocos. L\u00famen vascular, l\u00famen intestinal, l\u00famen de unidades secretoras de gl\u00e2ndulas, l\u00famen de dutos etc.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Membrana basal<\/td>\n<td width=\"378\">L\u00e2mina ou pel\u00edcula constitu\u00edda pela associa\u00e7\u00e3o da l\u00e2mina basal com delgadas fibras reticulares do tecido conjuntivo, geralmente ancoradas \u00e0 l\u00e2mina basal. Devido a sua espessura pode ser vista ao microsc\u00f3pio de luz, principalmente ap\u00f3s utiliza\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de PAS.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Membrana mucosa<\/td>\n<td width=\"378\">Tamb\u00e9m chamada simplesmente de mucosa. Conjunto formado pelo epit\u00e9lio e pelo tecido conjuntivo que recobre internamente a superf\u00edcie \u00famida de \u00f3rg\u00e3os ocos do trato digestivo, do aparelho respirat\u00f3rio e do sistema uro-genital. O tecido conjuntivo das membranas mucosas \u00e9 geralmente denominado l\u00e2mina pr\u00f3pria. O termo membrana mucosa \u00e9 freq\u00fcentemente simplificado para mucosa. N\u00e3o confundir com : gl\u00e2ndula mucosa, \u00e1cino mucoso ou t\u00fabulo mucoso.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Membrana serosa<\/td>\n<td width=\"378\">Tamb\u00e9m chamada simplesmente de serosa. Conjunto formado pelo mesot\u00e9lio e pelo tecido conjuntivo que reveste internamente as grandes cavidades do corpo (derivadas das antigas cavidades celom\u00e1ticas): cavidade pleural,  peric\u00e1rdica e peritoneal. N\u00e3o confundir com : gl\u00e2ndula serosa ou \u00e1cino seroso.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Mesent\u00e9rio<\/td>\n<td width=\"378\">Delgada membrana de tecido conjuntivo e mesot\u00e9lio que prende as al\u00e7as intestinais \u00e0 parede da cavidade abdominal. Cont\u00e9m no seu interior vasos sangu\u00edneos e linf\u00e1ticos e nervos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Mesot\u00e9lio<\/td>\n<td width=\"378\">Epit\u00e9lio simples pavimentoso que recobre as membranas serosas. Veja <em>Membrana serosa<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Metacromasia<\/td>\n<td width=\"378\">Propriedade que tem certos corantes de corar estruturas em cor diferente da cor do corante. Isto se deve geralmente \u00e0 presen\u00e7a de grande quantidade de mol\u00e9culas na estrutura, que devem estar arranjadas de modo espec\u00edfico (por exemplo paralelamente). Um exemplo \u00e9 o corante azul de toluidina que cora o n\u00facleo e o ergastoplasma em azul e os gr\u00e2nulos de mast\u00f3citos em p\u00farpura.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Microvilosidade<\/td>\n<td width=\"378\">Curta expans\u00e3o microsc\u00f3pica da superf\u00edcie celular em forma de dedo. Presente em diferentes quantidades em quase todas as c\u00e9lulas, especialmente c\u00e9lulas muito ativas em absor\u00e7\u00e3o, p. ex. c\u00e9lulas do revestimento intestinal. N\u00e3o confundir com <em>Vilosidades intestinais<\/em>, prolongamentos macrosc\u00f3picos da mucosa intestinal. <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Mucosa<\/td>\n<td width=\"378\">Ver <em>Membrana mucosa<\/em> ou <em>Gl\u00e2ndula mucosa<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Par\u00eanquima<\/td>\n<td width=\"378\">\u00c9 a parte funcional dos \u00f3rg\u00e3os, o conjunto das c\u00e9lulas que exercem as fun\u00e7\u00f5es caracter\u00edsticas do \u00f3rg\u00e3o. Por exemplo: no f\u00edgado o par\u00eanquima \u00e9 composto de hepat\u00f3citos; no p\u00e2ncreas o par\u00eanquima \u00e9 composto de c\u00e9lulas secretoras ex\u00f3crinas e end\u00f3crinas. Oposto a <em>Estroma<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Regi\u00e3o cortical<\/td>\n<td width=\"378\">Regi\u00e3o perif\u00e9rica ou superficial de um \u00f3rg\u00e3o. A palavra <em>c\u00f3rtex<\/em> se origina do latim e se refere \u00e0 casca de uma \u00e1rvore e por extens\u00e3o a uma regi\u00e3o superficial ou perif\u00e9rica. A <em>corti\u00e7a<\/em> obtida da casca de uma \u00e1rvore denominada <em>sobreiro<\/em>, muito encontrada em Portugal, tem seu nome derivado da mesma palavra latina.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Regi\u00e3o medular<\/td>\n<td width=\"378\">A palavra medula se origina do latim <em>medulla<\/em> e se refere a alguma coisa no centro ou no meio e por extens\u00e3o \u00e0 regi\u00e3o interna de uma estrutura ou \u00f3rg\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Serosa<\/td>\n<td width=\"378\">Ver <em>Membrana serosa<\/em> ou <em>Gl\u00e2ndula serosa<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Polaridade<\/td>\n<td width=\"378\">Distribui\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de organelas no citoplasma de c\u00e9lulas (principalmente epiteliais) de forma a definir diferentes regi\u00f5es do citoplasma que t\u00eam fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas. As especializa\u00e7\u00f5es da membrana plasm\u00e1tica tamb\u00e9m variam nas diferentes regi\u00f5es de uma c\u00e9lula polarizada. Ver: <em>Apical<\/em>, <em>Basal<\/em>, <em>Baso-lateral<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Unidade secretora<\/td>\n<td width=\"378\">A menor unidade funcional de gl\u00e2ndulas ex\u00f3crinas, respons\u00e1vel principal pela sua secre\u00e7\u00e3o. Termo aplicado principalmente a gl\u00e2ndulas dos sistemas digestivo, respirat\u00f3rio, urin\u00e1rio e genital. A unidade secretora se continua com um pequeno duto excretor por onde flui a secre\u00e7\u00e3o. Os <em>\u00e1cinos<\/em> e <em>t\u00fabulos secretores<\/em> s\u00e3o exemplos de unidades secretoras.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">V\u00edsceras<\/td>\n<td width=\"378\">\u00d3rg\u00e3os e estruturas situadas na cavidade tor\u00e1cica, pleural e abdominal. Por extens\u00e3o, abrange tamb\u00e9m \u00f3rg\u00e3os do tubo digestivo relacionados \u00e0 cavidade oral.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Significado de algumas palavras presentes no texto das p\u00e1ginas &nbsp; Acid\u00f3filo Componente da c\u00e9lula ou da matriz extra-celular que tem afinidade por corantes chamados \u00e1cidos. Geralmente s\u00e3o estruturas contendo muitas prote\u00ednas, por exemplo, o citosol, as mitoc\u00f4ndrias, as fibras col\u00e1genas. Exemplos de corantes \u00e1cidos ou que se comportam como corantes \u00e1cidos: eosina, floxina, orange G. 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